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 Historia dos Personagens

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Aquillezjp
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MensagemAssunto: Historia dos Personagens   Ter Dez 28, 2010 6:46 pm

Aqui é o espaço para os jogadores postarem suas historias...

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Hyperflash
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MensagemAssunto: Re: Historia dos Personagens   Qua Dez 29, 2010 2:16 pm

Dryth Ark, um draconato, fazia parte da nobreza draconiana, seus pais, Heskan, um bravo guerreiro, e Kava, uma poderosa feiticeira, lutaram ferozmente junto com a aliança Dracur, para acabar de vez com a Aliança Vermelha, depois de 40 dias de batalhas incessaveis, os Halflings que faziam parte de Aliança Dracur, trairam-os e capturou eles com suas armadilhas. Após serem raptados, foram torturados para dizer aonde ficava a base da aliança Dracur, mas aguentando os piores castigos, nada saiu da boca deles. Então foram brutalmente assassinados pelos Hobglobins. Após alguns dias, essa história chegou a Dryth por um gnomo chamado Lucius, um prisoneiro de guerra que conseguiu fugir da Aliança Vermelha. Nada pode fazer, apenas chorar, pois era muito jovem para fazer algo. Após a retirada da Dracur, fugiu junto com eles para as montanhas dos Golias, ja que seus outros parentes fugiram ou morreram, entao lá começou a viver como um refugiado orfão. 15 anos depois, mais maduro e forte, começou a fazer treinamento militar pesado para se tornar um guerreiro. Mas durante um dia, recebeu uma mensagem, vindo de Bahamut. Ele ofereceu poderes, mas Dryth teria que lutar para proteger aqueles em sua volta, restaurar a honra dracônica, e acabar com todo mal que aparecesse. Tambei foi dito que como um paladino, ele iria correr muitos riscos, e que entre a vida dele a de um amigo, ele iria ter que proteger a vida de seu próximo. Dryth aceitou a ajuda de Bahamut e se tornou um paladino. Agora 5 anos depois, com os ataques realizados pela Mão Vermelha da Perdição, ele ira fazer de tudo para impedir que o mal ganhe novamente

Pronto, agora que fiz a história, irei fazer a ficha e enviar
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LanDM
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MensagemAssunto: Elphian Heilige Siel   Qui Dez 30, 2010 12:45 am

Netos de Rothun Heilige, antigo Arauto de seu vilarejo e poderoso feiticeiro selvagem e Arthemia Siel, bruta e graciosa feiticeira dracônita, os gêmeos Enuwen e Elphian sempre desejaram o poder que seus avós demonstravam. Sua vila, localizada na Agrestia das Fadas, no crepúsculo toca o mundo mortal e aparece nas Montanhas Stonemarch, no Vale Nentir, e ao amanhecer recolhe-se a Agrestia das Fadas. Os gêmeos foram criados com seus pais, Olmart e Jennth, possuidores de magias, mas excelentes agricultores, o que os mantinham longe da exuberância que crianças Eladrins de Casas Reais cresciam. Algumas casas do vilarejo mantinham comércio, incluindo a Casa de Heilige Siel, com mercantes da cidade de Abrigo de Inverno e viajantes que encontrassem lá presentes. Porém uma noite a cerca de 20 anos as coisas começaram a mudar, pois o grupo que lá foi jamais retornou para suas casas, já que foram surpreendidos por um forte e numeroso exército que marchava em direção as ruínas da Fortaleza do Pendor das Sombras, sendo massacrados por Orcs, Goblins, Hobgoblins e Trolls. Como de costume Olmart estava no grupo junto de um dos seus filhos, Enuwen. Vendo o perigo aproximando-se, Olmart teve tempo de mandar seu filho voltar para o vilarejo. Próximo aos limites, sendo observado por seu irmão e alguns guardar da fronteira, Enuwen aparece correndo e gritando, o que faz com que alguns Goblins em seu encalço o detectem mais facilmente, não dando tempo dele chegar até um local protegido e acaba sendo atacado por eles, antes que qualquer um da vila possa fazer algo.

Enuwen cai no chão, com uma espada curta em seu estômago e Elphian corre ao seu encontro, no mesmo instante que os guardas da vila batalham ferozmente contra o pequeno grupo de Goblins que perseguiram Enuwen, os derrotando rapidamente. O garoto agoniza nos braços do irmão e avisa a ele que um grande exército se dirigia até as ruínas do Templo do Pendor das Sombras, que seu pai e os outros mercadores estavam combatendo e que mesmo que algo ruim acontecesse a ele, seu irmão iria cumprir a promessa que eles haviam feito um ao outro, tornar-se-iam grandes feiticeiros assim como seus avós. Entre lágrimas e com o irmão morrendo rapidamente, Elphian jura que irá se tornar, com seu rosto no peito de Enuwen assim que ele fecha os olhos, morto. Uma explosão de raios e ventania sai do corpo de Elphian nesse momento, fazendo com que muitos dos guardas afastem-se dele, para não se ferirem.

Os guardas vêem uma insígnia de uma mão vermelha gravada nas armaduras dos Goblins. Assim que retornam para a Agrestia das Fadas, uma comitiva é convocada, com Rothun e Arthemia comandando o grupo de busca dos comerciantes, mas principalmente de seu filho. Apenas alguns retornam, entre ele Arthemia, muito ferida e desacordada. Jennth e Elphian ficam descontrolados ao saber da morte de Rothun e toda a vila entra em um sofrimento e tristeza profunda. Somente após algumas semanas Arthemia se recupera e a vila parece seguir em frente, um novo Arauto é escolhido e a Casa de Heilige Siel deixa de ser Real e passa a tornar-se igual a tantas outras.

Revoltado com a morte de seu avô, pai e irmão, Elphian começa um rigoroso treinamento para tornar-se forte e proteger seus entes queridos, sendo guiado por sua avó, aprende a guiar suas emoções, diminuindo o rancor, a canalizar seus poderes, que se mostravam muito rebeldes, o que lhe causou muitas cicatrizes, nos braços e uma na face. Aprendeu através dos ensinamentos de Colleron que seus poderes deveriam ser usados somente para o bem e sempre primou por um belo modo de executar uma ação, pois desde criança, ele e seu irmão tentavam a perfeição para poderem se destacar.

Alguns anos depois a vila volta novamente a tocar o mundo dos humanos e as relações de comércio são retomadas, a paz repousa sobre o Vale. Somente após 20 anos desde os fatos ocorridos é que o exército da Mão Vermelha, nome como ficou conhecido na vila, reaparece em notícias. Alguns comerciantes começam a divulgar histórias que eles estão ficando fortes novamente e que pretendem atacar a cidade de Abrigo de Inverno. Com essa notícia em mãos e com a idade suficiente, Elphian decide ir até a cidade e unir-se a jovens destemidos que desejem a destruição desse maldoso exército, para juntos trazer paz para seu povo e proteção a sua família, deixando para trás sua mãe, sua avó e sua mulher, com apenas dois meses de gestação, com a promessa que retornaria assim que possível.
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LanDM
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MensagemAssunto: Re: Historia dos Personagens   Qui Dez 30, 2010 2:23 am

Não sei onde colocar isso, então como aqui é para falar do personagem, What a Face !!!

Personalidade: Outrora muito brincalhão e expressivo, tornou-se mais tímido e calado com a morte do seu avô, pai e irmão. Antes muito explosivo com seus sentimentos, hoje mais controlado, graças aos treinamentos recebidos por sua avó, o que o fez tornar-se um alto eladrin, honroso e nobre, com atitudes finas e calmas, sem nervosismo ou pressa. Por não expressar muito seus sentimentos, muito os veem como alguém chato e até temem sua presença, mas quando um dos seus encontra-se em perigo ou precisando de qualquer tipo de auxilio, Elphian é o primeiro a apresentar socorro. Acredita sempre no melhor das pessoas e gosta de pensar que todos merecem uma segunda chance de provar sua honra.


Última edição por LanDM em Qui Dez 30, 2010 2:24 am, editado 1 vez(es) (Razão : Formatação)
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LanDM
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MensagemAssunto: Re: Historia dos Personagens   Dom Jan 16, 2011 12:56 pm

Como não poderei mais jogar, deixo o meu personagem aberto para aquele que desejar, visto que deve passar primeiro pela autorização do Mestre Aquillez para que isso ocorrá!

Sendo assim, o personagem Elphian Heilige Siel é do jogador, que entrar em acordo com Aquillez, sem nenhum problema.

Vlws a todos!!!
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andredmcampos
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MensagemAssunto: Re: Historia dos Personagens   Dom Jan 16, 2011 5:15 pm

As folhas escondem segredos e as árvores guardam história. Phelarandir amin aflegeet am: Pelo povo da Casa dos Elfos, minha flecha advém dos povos de outrora! Não será tolerada a violência contra a vida das folhas, e os vestígios do outono guiarão minhas mãos. Eu sou a flecha da floresta, guardião dos povos das matas e vigília eterna ao inverno vindouro. Eu sou Lenarian, O Junco do Outono.”Lenarian, Aksanda Tamaraviee”, como me chamariam entre meu povo e eu estou aqui para impedir que o inverno dos homens chegue ao Povo Antigo.

A data de meu nascimento conta-se de um ciclo e meio. Sou filho de Lunatar, Senhor dos Bosques com Narian, Flor do Verão, e nasci em uma época onde os Povos Antigos já viam que a primavera dos Elfos havia se passado e que mesmo o verão começava a findar. Os demais povos, jovens e apressados, traziam até nosso povo cada vez mais o ciclo da perda e da destruição. De outro lado nossos primos distantes, Eladrin, nos mostraram que nosso pai vira a hora de um novo povo encontrar a Primavera, e assim estava sendo com tal raça.

Cresci aprendendo a arte dos elfos e a comunhão com a natureza que tão bem nos guardava. Mas pude também ver a destruição trazida pelos homens na forma de morte e destruição. Aprendi a combater os monstros que vivam na floresta, mas sem entender porque não podia combater os monstros que convidávamos para elas. Os anciões sempre me diziam, em sua sabedoria, aquilo que eu sabia ser certo: “Kolindo nostare, nuquena nostare kolindo.”, algo que, se traduzido para o comum, seria como “Aquele que usa a natureza, acaba sendo usado por ela”.

Com o tempo, me tornei um dos mais precisos sentinelas de meu vilarejo, um caçador ágil e sábio, capaz de dar conselhos aos mais jovens e compreender os conselhos dos mais velhos. Me tornei um dos primeiros a ser chamado quando os Yrch (Orcs, em comum) avançavam nas fronteiras de nossa terra. Por esses atributos, reconheceram-me Aksanda Tamaraviee, o Junco do Outono. O título representava minha posição na transitoriedade do Verão dos elfos. Aquele que deve manter-se firme ao Outono, impedindo o Inverno de chegar, transitando entre os jovens elfos e os anciões.

Conforme minhas habilidades avançavam, eu ganhei o direito de ser chamado durante todo e cada conselho dos anciãos. Havia completado um ciclo (um século para as Raças Passageiras) quando tornei-me o chefe de caça de meu povo. Eu sabia me orientar na floresta que nos servia de casa com pés rápidos, olhos afiados e ouvidos atentos. Minhas flechas perseguiam os inimigos de nossas matas e meus olhos perseguiam seus rastros.

Aos 120 anos, os anciões me ensinaram a entrar em contato com os espíritos antigos. As Bestas Primordiais e os Povos Passados possuíam uma sabedoria inigualável e através deles a natureza se manifestava de formas únicas, e através deles eu pude adquirir as habilidades que hoje possuo. Os anciões então disseram-me que era chegada a hora dos elfos despedirem-se do Verão de sua existência, e que o Outono se aproximava rapidamente. Assim, quando à morte de Varathrir, um dos mais velhos anciões de meu povo, eu me tornei um Emissário. O Emissário é aquele que começa o treinamento para se tornar um novo ancião. O treinamento é demorado e intenso, chegando a demorar várias décadas.


Mas meu treinamento como Emissário jamais chegou a ser concluido. Um dia, voltando de uma caçada, encontrei uma parte da floresta onde morava em chamas, e uma boa porção de meu povo destruído. Restaram apenas 3 anciões e um punhado de outros elfos de todos os tipos. Imediatamente imaginei que fossem Yrch que houvessem atacado, mas, para minha tristeza, descobri que o ataque havia sido realizado por um grupo de humanos. Rapidamente os rastreei e os matei, vingando as mortes de meu povo. Os Anciões, após este evento, declararam que eu não estava pronto para continuar o treinamento de Emissário, e que, para evitar uma guerra, eu deveria entregar-me à justiça dos homens.

Assim, durante 30 anos, fiquei preso em uma masmorra, sobrevivendo como podia. Não deixei de treinar ou de recitar meus ensinamentos um dia sequer, e em momento algum deixei de ser verdadeiro ás minhas crenças. Um dia os humanos decidiram por bem me libertar. Voltei à minha terra para encontrar os últimos dos Anciões mortos pela guerra que eu tentei evitar. Uma mensagem para mim, com as mais duras palavras de todas, dizia o seguinte:

Junco do Outono, os sobrevientes deste vilarejo precisam de sua ajuda, e não de sua vingança, para se reerguer. Existem humanos malignos, mas existem aqueles que são chamados amigos-dos-elfos, e que possuem um coração justo e honrado. Não critíque os bons pelos maldosos.

Desde aquele dia a floresta esteve fechada a qualquer visita. Mas é chegado o momento em que os elfos devem se reerguer. Minha jornada começa quando percebo que nossa ajuda não poderia vir de nós mesmos, mas de nossos irmãos e primos. Com isso, iniciei uma jornada para pedir auxílio para os demais povos élficos e para os Eladrin, pois eles, na Primavera da existência, poderiam talvez ajudar-nos.

E esse era o início da Tamaraviee Yanwe, a Jornada do Outono.
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Lestard
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MensagemAssunto: Re: Historia dos Personagens   Seg Jan 17, 2011 3:09 am

segue abaixo o meu background

Spoiler:
 


Última edição por Lestard em Seg Jan 17, 2011 11:40 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Historia dos Personagens   Seg Jan 17, 2011 8:00 pm

Codrus nasceu em uma grande cidade minotaura, chamada carinhosamente por seus cidadãos de Pérola de Bafomé. Pérola é uma monarquia despótica, e quase ninguém da cidade se opõe aos reis, pois eles são escolhidos pelo próprio Bafomé. A cidade, que fica em um profundo vale quilômetros ao norte do Abrigo do Inverno, faz parte de uma secreta rede de cidades minotauras, e é a capital desse império que permanece secreto desde antes da batalha entre as raças civilizadas e a Mão Vermelha da Destruição. A cidade está no centro do império e, no centro da cidade está Codrus.

Por ser filho de Foostus e Oestra, o rei de Pérola e a princesa de Crista de lâmina, a capital religiosa do reino, Codrus representava a aliança perfeita entre poder econômico, militar e religioso. Codrus cresceu treinando as técnicas de luta com machado, aprendeu o suficiente sobre Bafomé para se tornar um sumo-sacerdote e viveu cercado de luxo e conforto. Mas tudo isso foi em vão. Quando seu pai morreu, vítima de uma praga que assolou a cidade, Codrus foi levado, aos seus 21 anos, diante do trono do Deus Chifrudo, e, diante de toda a cidade, foi recusado como líder.

Como isso nunca havia acontecido antes, os sacerdotes de Bafomé ficaram pasmos, mas logo fizeram o que seu deus ordenava: jogar Codrus do alto da maior torre da cidade para fora das muralhas. Assim, caso ele sobrevivesse, nunca poderia voltar para a cidade.
Codrus foi levado para a torre mais alta da cidade e jogado de lá. Caiu cem metros até o solo e foi deixado lá, para apodrecer. Todos os outros minotauros foram proibidos sob pena de morte de ter qualquer contato com ele, mesmo morto. No raiar do dia o corpo havia simplesmente desaparecido.

Codrus acordou em um local desconhecido, um morro coberto pela vegetação. O vale em que ficava Pérola de Bafomé estava abaixo dele, mas a cidade não podia ser vista, graças às magias que os feiticeiros minotauros lançavam diariamente. Seu corpo todo estava dolorido, mas ele havia aprendido a ignorar a dor. Ficou surpreso por não estar morto, e, ao lembrar que ninguém podia tocar nele ficou preocupado. "Será que alguém havia levado seu corpo para ficar trancado em um labirinto, como as lendas de outros povos contavam?", pensou ele. Codrus se virou e deu de cara com um imenso touro translúcido cor de âmbar. Sem poder se mover, Codrus não pode fazer nada para impedir o toque do focinho do touro em sua testa. Com o toque, Codrus entendeu que o touro era um dos espíritos mais antigos do mundo e que ele havia vigiado o minotauro por todos os anos de sua vida. O espírito disse que ele era seu escolhido para destruir o novo líder de Pérola de Bafomé e, assim, causar um colapso nessa civilização hostil.

Codrus aprendeu como canalizar o poder desse espírito para lutar e, a partir desse dia sua missão é a coisa mais importe em sua vida.

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MensagemAssunto: Re: Historia dos Personagens   Sex Jan 21, 2011 10:49 pm

Era um grande dia para os jovens da tribo Dente de Lobo, era o dia de se tornarem protetores dos espíritos da natureza
Era chegado o momento de Neiran Blackwood, um garoto de 17 anos, finalmente se comunicar com os espíritos da natureza. Não havia modo de lhe parar, estava a muito tempo sucumbindo ao grande desejo de poder levantar seu machado e bravejar o grito de guerra dos Dente de Lobo contra a tribo inimiga, os Folhas de Navalha, um clã que há décadas luta para tomar o território de sua tribo.
Seu pai, Klais "Asa Negra" Blackwood, grande bárbaro e o maior protetor da tribo esperava de seu filho nada menos que o sucesso, pois sua mulher havia
morrido para dar a luz esse menino, a vida de Lien Nyn não podia ter sido tirada em vão, algo devia estar reservado a este garoto.
Sua mente explodia em várias emoções ao ver o olhar rígido de seu pai, sabendo que naquele dia lhe era cobrada todas as suas forças. Sua mente se acalmou ao ver o rosto de sua noiva, Irie Lingfang, filha do grande xamã da tribo. Eram prometidos prometidos um para o outro desde a infância, e Neiran
aprendera a gostar de seu sorrisso e seu modo de agir e pensar.
Despediu-se de seu pai apenas com um aceno de cabeça, de sua noiva com um beijo e foi se juntar aos outros jovens que passariam pela mesma provação que ele.
Partiram para o local sagrado sobre os olhos atentos dos membros da tribo. Chegaram em uma clareira banhada por uma cachoeira, sentaram-se a volta da
queda d'água e lá deviam esperar a resposta dos espíritos. Longas horas se passaram até sentirem o poder em seus corpos, os espíritos haviam concedido
suas bençãos. Neiran sentia uma mudança em seu poder físico, agora era um bárbaro como seu pai.
Voltaram a tribo, ao chegarem notaram uma confusão, a tribo havia sido atacada pelos Folhas de Navalha, haviam morrido 5 defensores e capturada uma mulher, Irie, sua noiva. Sentiu raiva e fúria por não estar na tribo para defende-la. Tudo que queria agora era ir atrás de sua noiva mesmo sabendo
que as chances de encontra-la viva eram poucas.
Seu pai pela primeira vez lhe deu consentimento, ele sabia que não podia parar Neiran, que agora tinha sua fúria como arma e a Natureza como armadura.
Neiran jurou que traria o corpo de Irie de volta ao clã, porém não sem antes descobrir o motivo da escolhida ter sido sua noiva e o motivo de terem se retirado da floresta, o que Neiran acha ter sido pela causa de um poder e mal maiores.
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Hikaru777
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MensagemAssunto: Re: Historia dos Personagens   Seg Jan 24, 2011 3:08 pm

História de Rhogar Balasar:
Um Draconato treinado para ser um grande guerreiro.
Após a perda de seus pais,
o Jovem Draconato lutava por justiça.
E após um grande acidente perdeu sua memoria.
Seu atual objetivo é lutar para reconquistar sua memoria
E honrar seu Deus.(A história está curta pois ele não se lembra de nada além disso)

Personalidade:Com os que não conhece:Frio e calculista
Com os que conhece:Brincalhão e Infantil
Com os que não gosta:Frio e cruel
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MensagemAssunto: Re: Historia dos Personagens   

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