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 [Diário de Campanha] Sessão 2

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Mestre Walla
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MensagemAssunto: [Diário de Campanha] Sessão 2   Qui Dez 16, 2010 2:35 pm

Os PJs se preparam para partir. Enquanto Erevan se despede de seu mestre, Nimozaram e Jamward pede as bênçãos de Grundelmar, o sumo-sacerdote da Casa do Sol, o guerreiro Rankor adentra a Cervejaria Lua Azul, na esperança de descobrir mais sobre o covil dos kobolds. Lá ele encontra o anão Teldorthan Dente-de-Ferro, um antigo rival de seu pai. Rankor acaba descobrindo umas verdades sobre seu amigo Skar...

Segue o histórico da sessão:

GM: vocês haviam decidido fazer uma visita ao covil dos kobolds.

GM: a viagem até o local deve levar alguns dias. Como estão suas provisões?

Erevan, Sangue Nobre: Erevan carregava sacos de ração de viagem, seu orbe azul, seu livro de magias e seu livro de rituais, fora uma agenda para escrever e compor durante as horas vagas.

Rankor: bom... eu tenho aquele kit de aventureiro.

GM: vejamos...

Jamward Shieldheart: não lembro quais itens eu havia separado, mas o kit de aventureiro é um dos meus itens também.

GM: o kit tem rações.

Erevan, Sangue Nobre: Erevan olha suavemente para Rankor, seus olhos azuis puros mostravam interesse no humano.

Erevan, Sangue Nobre: Rankor... não sei nada sobre você.

Rankor: Everan, meu chapa, sou um nobre guerreiro que vive entre a cruz e a espada de prestar meus humildes serviços a quem ouse atravessar estas bandas.

GM: o kit inclui: mochila, saco de dormir, pederneira, 1 algibeira, 2 bastões solares, ração para 10 dias, 15 m de corda e cantil.

Erevan, Sangue Nobre: Erevan ouviu o que Rankor tinha a dizer, porém não respondeu nenhuma palavra. Com um sorriso de satisfação, fechou os olhos e voltou aos seus pensamentos.

GM: provisões, vocês tem.

Rankor: pera... o seria um bastão solar?

GM: ilumina plenamente até 20 quadrados (30 metros) e dura 4 horas.

Rankor: hm, entendido mestre. Vamos em frente.

GM: gostariam de fazer algo mais na vila antes de partir?

Erevan Sangue Nobre: Sim. Gostaria de prestar devoção a Corellon, e me despedir de Nimozaran.

Rankor: bem... gostaria de brandir minha espada mais uma vez.

Erevan, Sangue Nobre: Erevan avisa aos seus colegas que vai prestar devoção a seu deus, e chama seus amigos para o seguirem.

Erevan, Sangue Nobre: Venham comigo, serei rápido.


Rankor: Não há tempo para rezas meus nobres companheiros! A única devoção que deve ser feita neste momento é ao sangue derramado que veremos!

Erevan, Sangue Nobre: Rankor, caro guerreiro. Tenha paciência, pois minha magia vem diretamente do que meu deus colocou nesse mundo passageiro. Também vocês poderiam conhecer Nimozaran, o alto Heptarca da cidade!

Rankor: Não obrigado... ai, ai... fico aqui então, aguardando vocês - Rankor espera sob uma frondosa sombra de árvore.

Erevan, Sangue Nobre: Jam, nobre amigo. Me acompanha?

GM: lembrem-se que vocês podem tentar descobrir mais informações sobre o local que pretendem explorar.

Erevan, Sangue Nobre: Rankor, meu mestre Nimozaran sabe bastante sobre o covil dos Kobolds... talvez possa lhe conceder informações valiosas!

GM: Jamward, lembre-se que deve prestar explicações ao templo antes de partir.

Jamward Shieldheart: Nesse caso talvez não seja uma boa ideia acompanhar Erevan... cada um se dirigirá para seu lado.

Rankor: Posso ir visitar algum lugar próximo enquanto meus companheiros vão prestar homenagens às suas divindades.

Jamward Shieldheart: Se vocês me permitem, devo me dirigir à Casa do Sol e tomar a bênção de Pelor pelas mãos de Grundelmar.

Erevan, Sangue Nobre: Certo, nos encontramos em uma hora, combinado?

Rankor: kombi!

Jamward Shieldheart: Certamente, Erevan!

Rankor: Mestre, enquanto eles vão lá, o quê tenho próximo para visitar? Ou melhor, para conhecer?

Erevan, Sangue Nobre: Erevan segue até seu mestre, batendo na porta de sua sala na torre.

Erevan, Sangue Nobre: *Toc Toc*

Erevan, Sangue Nobre: Mestre Nimozaran?

Rankor: Mestre, o quê tem próximo do local que estou?

Nimozaran, O Verde: Quem é?

Erevan, Sangue Nobre: Mestre, sou eu, Erevan.

GM: cervejaria Lua Azul, Rankor.

Nimozaran, O Verde: Entre, meu filho...

Rankor: cervejaria... hm, ok.

Rankor: vou até lá.

Rankor: o quê ou quem está lá dentro?

Erevan, Sangue Nobre: Abro a porta e ajoelho em meu joelho direito.

Erevan, Sangue Nobre: Mestre Nimozaran, vou fazer o que me pediu. Vou investigar o covil dos kobolds.

GM: o lugar está meio vazio, apenas alguns frequentadores.

Nimozaran, O Verde: Hm. Tenha cuidado meu filho. Como eu já havia dito, aquelas criaturas estão mais organizadas que o habitual. Sinto uma força poderosa por trás disso...

Erevan, Sangue Nobre: O que poderia ser, mestre? Um kobold sacerdote?

Rankor: bom... alguém que aparenta estar sozinho?

Jamward Shieldheart: No momento da despedida, Jamward comenta sobre a possibilidade de obter informações sobre a morte de seu antigo mestre. Além disso, fala da oportunidade de difundir os preceitos divinos pelos lugares por onde passar. Pede a bênção de Pelor a Grundelmar e deixa o templo.

GM: você vê o Teldorthan Dente-de-Ferro, numa mesa afastada. Você também vê o Sargento Murgeddin, da milícia, mas ele não esta bebendo, pois está em serviço.

Rankor: hmm... vou lá falar um oi pra ele.

Rankor: e ai Seu Dente-de-Ferro, como vai? (Com um sorriso maroto)

GM: ele, que estava bebendo avidamente uma caneca de cerveja, quase engasga quando o vê. Ele tem medo de você...

Rankor: Olá Sr. Dente-de-Ferro, tem uma cerveja para mim?

Rankor: (claro que escondo todo meu rancor por ele, a dissimulação é uma arte)

Dente-de-Ferro: ahamm..cclaro, sente-se rapaz!

Dente-de-Ferro: uma caneca para o rapaz aqui!

Rankor: obrigado... Sr. Dente-de-Ferro... por acaso, assim, o Sr. sabe de algumas noticias que rondam a vila?

Dente-de-Ferro: Hein? Bem, não. Puxa! Parece que esta na minha hora. Uma pena não poder acompanhá-lo! Falamos... outra hora, quem sabe...

GM: ele começa a se levantar apressadamente...

Erevan, Sangue Nobre: Erevan vem voltando de sua conversa com o Mestre Nimozaran, e entra na Cervejaria bem na
frente de Dente de Ferro.


Rankor: calmamente eu saco uma adaga e olhando para o copo eu cravo a na mesa e falo firme: Sr Dente... sente-se, por favor, não quero terminar minha cerveja sozinho, até porque é o Sr. que está pagando...

GM: Dente-de-Ferro, se senta, intimidado...por apenas um instante.

Rankor: olhando firmemente para seus olhos digo a ele tirando pequenas lascas de madeira da mesa com minha adaga: O Sr. por acaso não sabe de um suposto roubo que ocorreu próximo ao Covil dos Kobolds?

GM: ele olha para você com aquela cara de anão velho e feio.

Erevan, Sangue Nobre: Erevan, ainda ao longe, se senta numa mesa vazia, e começa a compor poesias, prestando atenção no que os dois conversavam, e com o livro de magias aberto embaixo.

Dente-de-Ferro: Então é isso...

Dente-de-Ferro: eu desconfiava que você estivesse metido nisso também. Aquela carga... É MINHA!

Dente-de-Ferro: seu amiguinho SKAAAR, me roubou!

Rankor: ainda olhando impressionado pelas afirmações do velho anão: ...sua? Skar? Ele me deve um serviço se quer saber. Como ele está envolvido nisso?

Rankor: percebo que todos nós estamos sendo prejudicamos por esse sujeito.

Dente-de-Ferro: a peça que vinha alocada no carregamento...paguei muito caro por ela.

Rankor: e que peça seria?

Dente-de-Ferro: couro de dragão.

Rankor: couro de dragão?

Dente-de-Ferro: suficiente para forjar uma bela armadura.

Rankor: por que raios Skar ia querer isso?

Erevan, Sangue Nobre: Erevan ergue as sobrancelhas ao ouvir sobre o couro.

Dente-de-Ferro: você é burro ou o quê? Sabe o quanto isso vale?

Rankor: o suficiente pra nos deixar putos e sem dinheiro como estamos agora?

Dente-de-Ferro: pois é! Mas por essa, nem seu amigo nem eu esperávamos.

Rankor: olhando firmemente para o anão levanto minha adaga em sua direção e declaro: seu puto!

Rankor: Mestre, onde está o safado do Skar?

GM: ele ficou de encontrá-los na saída da vila.

Jamward Shieldheart: Nesse momento, Jamward entra no estabelecimento, localiza seus companheiros e senta juntamente com Erevan.

Erevan, Sangue Nobre: Erevan pensa em usar suas mãos mágicas para remover a adaga de Rankor, mas prefere ficar quieto ao ver Jam.

Rankor: muito bem, Dente-de-Ferro... alguém mais na vila sabe do valor desta carga além de nós?

Erevan, Sangue Nobre: A coisa está esquentando. Sente-se e peça uma água, ou um chá!

Dente-de-Ferro: claro que não! E fale baixo, por favor...

Jamward Shieldheart: Rankor me parece um pouco alterado mesmo, mas vou recusar a bebida, pois já estamos no horário combinado para a partida.

Rankor: (Rankor, espera uma resposta decente enquanto abaixa a adaga)

Erevan, Sangue Nobre: Erevan sorri para o clérigo. Ele gostava desse humano.

Erevan, Sangue Nobre: Certo... eu escrevi uma poesia, quer ver?

Jamward Shieldheart: apesar do contraste com a mesa ao lado, vamos a ela.

Erevan, Sangue Nobre: Erevan entrega uma poesia curta que parece ser entregue para uma dama. A poesia cita olhos azuis claros como o céu da manhã, e cabelos brancos como o couro de um dragão branco. Parecia ter muita repulsão na poesia.

Rankor: eu olho para os lados, vejo meus dois amigos e dou uma piscada indicando que consegui algo do anão e que está tudo bem.

Erevan, Sangue Nobre: Erevan pisca de volta para o humano carrancudo.

GM: Dente-de-Ferro olha pros lados e sussurra.

Dente-de-Ferro: Aqui, eu sei que esses dois estão metidos nisso também!

Rankor: o quê? aqueles dois ali? E de que forma eles poderiam estar envolvidos?

Dente-de-Ferro: Sim. Eles. Eu vi vocês conversando ontem à noite.

Dente-de-Ferro: Eu tenho muito interesse nessa carga, então, vou direto ao ponto: tragam ela para mim que pago-lhes 200 peças de ouro.

Rankor: por favor...

Rankor: para quem? para mim né? ou você está indicando que eu vá lá e convença aqueles dois de irem comigo?

Jamward Shieldheart: Erevan, meu amigo... qual era seu propósito com tais versos?

Rankor: (ri com um tom sarcástico) com eles ontem à noite? estávamos tomando uma garrafa de vinho apenas.

Erevan, Sangue Nobre: Erevan ouve o que Rankor disse e pensa: “Humano safado...” Acha engraçada a situação e continua observando como os humanos são cabeça quente.

Dente-de-Ferro: não adianta me enrolar, tenho olhos espalhados por toda a cidade. E ouvidos também.

Erevan, Sangue Nobre: Jam... é uma longa história. Mas sou um poeta, sabia? Sempre quis ser bardo...

Rankor: 200 peças de ouro parece pouco perto do valor dessa carga Sr. Dente-de-Ferro.

Rankor: 200 para cada um.

Erevan, Sangue Nobre: Mas eu sei prestidigitação desde meus 6 anos... me dediquei ao estudo arcano por causa disso.

Dente-de-Ferro: HAHAHA!!!

Erevan, Sangue Nobre: Vamos lá, Jam, agora a gente entra.

Dente-de-Ferro: estou oferecendo uma fortuna rapaz!

Rankor: ou então, você pode ir atrás disso sozinho...

Dente-de-Ferro: não me venha com arrogância, seu morto de fome!

Rankor: eu não tenho nada a perder, só você!

Erevan, Sangue Nobre: Erevan se levanta e parte para Dente-de-Ferro, guardando na mochila o caderno de poesias, e encosta a mão no Dente-de-Ferro.

Erevan, Sangue Nobre: Senhor anão, poderia ver esse livro rapidamente?

Rankor: em off: Não Erevan! eu estou quase dobrando esse anão safado!

Jamward Shieldheart: prontamente, Jamward se levanta e acompanha o amigo.

Erevan, Sangue Nobre: Erevan aponta umas palavras arcanas estranhas em seu livro de magias.

Dente-de-Ferro: O quê? Hein?

Dente-de-Ferro: que diabos é isso?

Rankor: em off: vamos tomar de assalto esse Anão muquirana!

Erevan, Sangue Nobre: Flecha Ácida, senhor anão... dizem que queima mais que a mordida de um Dragão Negro.

Dente-de-Ferro: Hum...sim,...é...interessante...mas...

Erevan, Sangue Nobre: Não quero te intimidar, deve me conhecer... Sou o Eladrin de sangue mais nobre nessa cidade.

Dente-de-Ferro: não entendi.

Dente-de-Ferro: espere!

Dente-de-Ferro: sim!

Dente-de-Ferro: lembro-me de você!

Rankor: olha para os lados e pensa: “ai, ai... lá vamos nós, só faltava ele conseguir vender as bugigangas deles por 200 PCs de ouro e eu aqui arriscando meu pêlo por um prato de comida, vida de merda!”

Dente-de-Ferro: você é o aprendiz do velho da torre.

Erevan, Sangue Nobre: Não vamos exigir seiscentas pecas de ouro... mas acho que o senhor não ia querer brigar com esse carrancudo enorme ai... ainda mais com uma flecha acida podendo te acertar se você machucar muito nosso amigo musculoso...

Erevan, Sangue Nobre: Sou aprendiz de Nimozaran, e acho que está nos causando injustiça... que tal ficarmos por uma quantia maior que de duzentos?

Erevan, Sangue Nobre: Mestre, quero rolar Diplomacia...

Rankor: complemento a frase de Erevan: viu seu Dente-de-Ferro, 200 PCs de ouro é uma pequena quantia perto de sua vida, não acha?

GM: pode rolar.

Erevan, Sangue Nobre -> [SKILL] Diplomacy [13] [1d20+6 = 13]

Rankor: em off dando pulos mentais: vamos dobrar o anão sacana!

Rankor: ehehe, e agora seu Dente-de-Ferro? Vai rolar outra cerveja?

GM: Erevan, você não conseguiu.

Erevan, Sangue Nobre: Ao perceber minha gafe, olho para Jam, com esperança.

Jamward Shieldheart: Posso tentar, na qualidade de clérigo respeitado?

GM: sim Jamward.

Jamward Shieldheart: Percebendo dificuldade em dobrar Dente-de-Ferro, Jam pondera: Deixem-me falar com este senhor... meu caro, o que meus companheiros estão tentando te mostrar são as vantagens em poder contar conosco nessa empreitada. Temos um grupo bastante heterogêneo no que diz respeito às qualidades para investigação de demanda. Assim, o valor sugerido pelos colegas pode ser considerado baixo.

Erevan, Sangue Nobre: Erevan pensa: Na mosca!

Rankor: em off, eheheh

GM: bom argumento. Agora faz o teste.

Rankor: em off: toda minha pressão foi por água abaixo. Ah se não fosse minha cervejinha...

Jamward Shieldheart -> [SKILL] Diplomacy [17] [1d20+7 = 17]

GM: foi bom

Dente-de-Ferro: Ora rapaz!

Dente-de-Ferro: eu não duvido de suas capacidades. Na verdade, procuro exatamente pessoas como vocês.

Dente-de-Ferro: façamos o seguinte...

Rankor: (que anão safado!!!)

GM: nesse momento, chega Skar, acompanhado de dois capangas do Dente-de-Ferro.

Erevan, Sangue Nobre: Antes de partir... Senhor Teldorthan... tenho que lhe pedir desculpas. Te conheço como alguém conversador e bom. Eu realmente precisava...

Dente-de-Ferro: AH! Finalmente! Se não é meu pequeno amigo SKAAAR!

Erevan, Sangue Nobre: Sou interrompido por Skar.

Dente-de-Ferro: SENTEM-SE AI!

Erevan, Sangue Nobre: Olha só quem apareceu, o halfling. Estava espiando a gente?

GM: na verdade, parece que Skar foi trazido contra sua vontade.

Erevan, Sangue Nobre: Olho os dois próximos do ladino.

GM: Dente-de-Ferro faz um sinal para o capanga, que leva Skar até a mesa.

Dente-de-Ferro: Sente-se amigo. Você não MORRE tão cedo. Estávamos falando de você...

Erevan, Sangue Nobre: Ora, ora... parece que o tempo lhe escureceu o coração, Teldorthan Dente-de-Ferro...

Rankor: Muito bem Skar... o quê você acha do valor proposto pelo seu amigo para nos irmos atrás da mercadoria dele - falando ironicamente.

Rankor: sua vida vale o quê ele quer nos pagar?

Skar, o Escorpião Vermelho: Ahm...

Erevan, Sangue Nobre: Sussurro entre meus dentes para Rankor deixar o anão falar e vermos se precisaremos salvar o halfling.

Skar, o Escorpião Vermelho: bbbbem...

Skar, o Escorpião Vermelho: o senhor Dente-de-Ferro é mmmuito generoso...

Dente-de-Ferro: sabias palavras rapaz!

Dente-de-Ferro: de fato, vamos esquecer esses pequenos... mal-entendidos. Pago 100 PO para cada um. É suficiente para viverem bem durante anos!

Rankor: sussurro para Erevan: ah Erevan, esse halfling está mais contra nós do que a favor de nós.

Dente-de-Ferro: e então?

Erevan, Sangue Nobre: Ninguém merece morrer assim. -sussurrando-

Erevan, Sangue Nobre: Eu aceito, amigos, e vocês?

Rankor: tudo bem Seu Dente quebrado, digo, de Ferro, você tem um acordo, 100 POs para cada, fora o que acharmos por aquelas bandas.

Dente-de-Ferro: Claro, só quero a minha carga. O resto é de vocês!

Jamward Shieldheart: se vocês não tiverem nada contra, por mim, fechamos.

Erevan, Sangue Nobre: Ok, meu caro Jam, dê o veredicto oficial.

Jamward Shieldheart: Pois bem, meu caro Teldorthan, que assim seja. Cem para cada um de nós e negócio fechado.

GM: o anão sorri marotamente...

Rankor: Ehehe, nunca uma hora rendeu tanto! Estão vendo, nobre companheiros, um pagão entre vocês como vale a pena?

Dente-de-Ferro: bem, nos falamos quando voltarem.

GM: ele se levanta e se retira com seus capangas.

Rankor: eu não falo nada, simplesmente me levanto olhando firmemente para o anão e caminho em direção à saída sem me importar com os capangas (tem que ser firme com esses aproveitadores!).

Jamward Shieldheart: Jam convida os demais colegas e segue Rankor.

GM: um dos capangas leva a mão até a bainha de sua adaga, mas Dente-de-Ferro sinaliza para que ele não faça nada.

GM: a propósito, Erevan, sobre os kobolds...

Erevan, Sangue Nobre: Pois não.

GM: seu mestre disse que sente algo maior do que um sacerdote kobold por trás da organização das criaturas. Algo maior e mais inteligente.

Erevan, Sangue Nobre: certo.

Erevan, Sangue Nobre: Dente de ferro... você caiu em meu conceito. Usar de violência... eu não esperava isso de você, ferreiro.

GM: ele já esta longe.

Rankor: quem caiu?

Erevan, Sangue Nobre: O Dente-de-Ferro.

Rankor: ah sim... mas pudera, ele é um anão! Traiu meu pai!

Erevan, Sangue Nobre: Rankor... nada, nada custa a vida de um ser inteligente e bom.

Erevan, Sangue Nobre: Skar rouba, mas não mataria outra pessoa. pense nisso.

Erevan, Sangue Nobre: Jamward poderia te ensinar sobre perdão...

Erevan, Sangue Nobre: De repente, Erevan tem uma imagem em seus olhos, e parece completamente alheio ao mundo.

Erevan, Sangue Nobre: Erevan parece pálido, mas volta ao normal. Seus olhos estão distantes, e ele parece perturbado.

Rankor: O que foi Erevan?

Erevan, Sangue Nobre: Araushnee...

Rankor: você já tentou consultar um xamã ou coisa do tipo? você me parece um tanto quanto perturbado por essa coisa de deuses ai.

Erevan, Sangue Nobre: Erevan acorda para a vida.

Erevan, Sangue Nobre: Me perdoem. Vamos logo para esse maldito lugar.

Rankor: bom, amigos, o quê concluímos dessa cena com o anão?

Jamward Shieldheart: Algo não me parece bem naquele ferreiro.

Erevan, Sangue Nobre: Ele nunca foi assim... (Erevan coça os olhos, aperta a visão, coça a cabeça)

Jamward Shieldheart: Estranho... mas, creio que devemos partir. Temos uma boa caminhada pela frente.

Erevan, Sangue Nobre: Vamos ao menos descansar um pouco... estou passando mal, acho... (Erevan passa as mãos delicadas na testa, jogando o cabelo para trás. Desse jeito, todos podiam notar que ele era andrógeno. Assim como todos os eladrin, claro. Mas um pouco mais andrógeno do que o normal...)

GM: concluindo: os PJs partem em direção ao covil dos kobolds...
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